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10/09/2026 Assessoria de comunicação - Professor Marcelo Miranda

Catedral Erudita: Professor Marcelo Miranda transforma demanda da música erudita em política cultural e cria circuito de concertos em MS

Criado a partir do diálogo com músicos e maestros do estado, Catedral Erudita levou concertos a igrejas e outros espaços e ampliou a circulação da música de concerto produzida em Mato Grosso do Sul

Catedral Erudita: Professor Marcelo Miranda transforma demanda da música erudita em política cultural e cria circuito de concertos em MS

Mato Grosso do Sul é conhecido pela força da música sertaneja e de outras manifestações da cultura popular, mas também possui uma produção de música clássica e erudita formada por músicos, compositores, maestros, orquestras, corais e grupos de excelência. Foi para ampliar o espaço dessa produção que nasceu o projeto Catedral Erudita, pensado pelo professor Marcelo Miranda à frente da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc). Hoje, o ex-gestor estadual da cultura é candidato a deputado estadual. 

A proposta surgiu a partir do diálogo com nomes do segmento da música de concerto, entre eles o maestro Eduardo Martinelli e o professor e regente Marcelo Fernandes, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). A ideia era criar espaços para apresentações e, ao mesmo tempo, aproximar novos públicos da música erudita, aproveitando a arquitetura, a acústica e a história de igrejas e templos religiosos. O projeto teve sua primeira edição em novembro de 2023, durante o Festival América do Sul, em Corumbá, e posteriormente chegou a Campo Grande e a municípios do interior.

À frente da proposta, o professor Marcelo Miranda defendeu que a política cultural também deveria criar oportunidades de circulação para quem já produzia música de qualidade no estado. Marcelo afirma que o Catedral Erudita era uma forma de valorizar os artistas sul-mato-grossenses e fazer com que cada vez mais pessoas conhecessem a música clássica produzida aqui.

“Temos músicos fantásticos em Mato Grosso do Sul e precisávamos criar oportunidades para que eles circulassem e para que a população pudesse conhecer essa música. O Catedral Erudita nasceu desse olhar: valorizar nossa cultura, nossos artistas e aproximar o público da música de concerto”, enfatiza o candidato a deputado estadual. 

A iniciativa contou com a participação de importantes nomes da cena erudita sul-mato-grossense. Eduardo Martinelli esteve à frente de apresentações da Orquestra Sinfônica de Campo Grande e da Orquestra de Câmara do Pantanal, enquanto Marcelo Fernandes dirigiu a Camerata Madeiras Dedilhadas da UFMS, entre outras formações. Martinelli destaca a importância da iniciativa para a difusão da música de concerto no estado e ressalta a reunião de grandes profissionais da cena musical sul-mato-grossense no projeto.

“É um projeto de suma importância para a difusão da música de concerto no nosso estado. Temos grandes profissionais da música trabalhando juntos, com música de câmara, coral, orquestra e canto lírico, mostrando a qualidade da cena musical de Mato Grosso do Sul”, afirma Martinelli.

Para Marcelo Fernandes, a valorização dessa produção também passa por torná-la mais conhecida. Em 2026, ao participar de uma nova edição do Catedral Erudita, o regente destacou a dimensão histórica da música clássica produzida no país. “O Brasil tem a maior tradição de música clássica das Américas. O que falta é que ela seja mais celebrada e conhecida”, afirmou.

A apresentação de estreia, realizada na Catedral Nossa Senhora da Candelária, em Corumbá, reuniu a Orquestra de Câmara do Pantanal e a cantora Tetê Espíndola, sob regência de Eduardo Martinelli. O resultado levou o projeto a ganhar novas edições. Ainda em dezembro de 2023, o Catedral Erudita chegou a Campo Grande com uma série de oito concertos em igrejas católicas e evangélicas. Entre as atrações estavam a Camerata Madeiras Dedilhadas e o Projeto Coral Infantojuvenil da UFMS, com regência de Marcelo Fernandes e Ana Lúcia Gaborim, e a Orquestra Sinfônica de Campo Grande e o Coro Lírico Cantarte, sob regência de Martinelli.

A experiência foi ampliada nos anos seguintes. Em 2024, o projeto passou por Campo Grande, Bonito, Coxim e Ponta Porã, além de integrar o Festival de Inverno de Bonito e outras programações culturais. Na Igreja Matriz de Bonito, a Orquestra e Coro de Campo Grande, com 38 músicos, apresentou repertório que passou por música sacra, ópera e clássicos da música de concerto. Em 2025 e 2026, o Catedral Erudita continuou circulando pelo estado e também voltou a Corumbá, consolidado como uma ferramenta de democratização do acesso à música de concerto.

Para o professor Marcelo Miranda, a experiência reforça uma visão que ele pretende levar para a Assembleia Legislativa: política cultural precisa ouvir quem produz cultura e transformar boas ideias em oportunidades concretas para artistas e para a população.

“Não podemos olhar para Mato Grosso do Sul apenas pelo que já é conhecido. Temos uma identidade cultural muito rica e uma produção erudita de altíssimo nível. O papel do poder público é ajudar a criar espaço, circulação e público para esses artistas. O Catedral Erudita mostrou que, quando a gente abre essas portas, o público responde”, conclui Marcelo Miranda.

Sobre o candidato

Professor Marcelo Miranda é candidato a deputado estadual em Mato Grosso do Sul. É graduado em Educação Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), especialista em Treinamento Desportivo pela PUC Minas e mestre pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foi diretor-presidente da Fundesporte entre 2015 e 2022 e secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura entre 2023 e abril de 2026.

Fotos: Ricardo Gomes

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Publicado por Assessoria de comunicação - Professor Marcelo Miranda

Equipe de comunicação Marcelo Miranda

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