Professor Marcelo Miranda fortaleceu o laço comprido com política de esporte e cultura em Mato Grosso do Sul
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Criado a partir de uma ideia de Marcelo durante uma agenda no interior, Cine Câmara une democratização do acesso ao cinema e valorização da produção audiovisual sul-mato-grossense
Uma ideia simples, surgida durante uma agenda no interior de Mato Grosso do Sul, acabou se transformando em uma política de democratização do acesso ao cinema. Enquanto esteve à frente da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), o Professor Marcelo Miranda, hoje candidato a deputado estadual, conta que participou de uma audiência em uma câmara municipal e percebeu que o plenário, com poltronas, ar-condicionado e estrutura adequada, poderia também funcionar como uma sala de cinema. A partir daquela observação, nasceu a proposta do Cine Câmara, pensada para levar sessões gratuitas a municípios que muitas vezes não possuem sequer uma sala de exibição.
A ideia também encontrou uma demanda antiga do setor audiovisual de Mato Grosso do Sul: criar mais espaços para que os produtores locais pudessem fazer suas obras circularem e chegarem ao público do interior. O Cine Câmara passou a integrar o Rota Cine MS, programa estruturado para fortalecer toda a cadeia do audiovisual, com ações de qualificação, circulação, fortalecimento da Pantanal Film Commission e iniciativas no Museu da Imagem e do Som. “A gente sabe que a maioria das cidades não tem cinema. O Cine Câmara possibilita o acesso da população dessas cidades e, ao mesmo tempo, valoriza o cinema produzido em Mato Grosso do Sul”, afirma o Professor Marcelo Miranda.

O projeto foi lançado oficialmente em março de 2026 e recebeu equipamentos para transformar as Câmaras Municipais em espaços de exibição: telas, projetores, notebooks e sistemas de som foram destinados a 40 municípios. A programação prioriza curtas-metragens produzidos por diretores sul-mato-grossenses, mas também prevê a circulação de obras de outros estados. A proposta é que cada câmara realize pelo menos uma sessão por mês, ampliando o acesso ao cinema de forma gratuita e descentralizada.
Na prática, a ideia já começou a ganhar as cidades. Em Anastácio, o plenário recebeu estudantes para a segunda edição do projeto; em Aquidauana, a estreia reuniu alunos de projetos sociais; em Rochedo, cerca de 200 estudantes participaram das primeiras sessões. Em Antônio João, uma lei municipal aprovada em abril de 2026 instituiu o Cine Câmara no município, com previsão de sessões semanais e medidas de acessibilidade. Os exemplos mostram como uma estrutura que tradicionalmente recebe debates e decisões políticas passou também a ser utilizada como espaço de cultura, educação e convivência.

Para Marcelo, o projeto representa justamente a união de duas necessidades que já estavam colocadas no estado: aproximar a população do cinema e criar novas janelas para os artistas sul-mato-grossenses. “Mato Grosso do Sul é referência hoje na produção de audiovisual e o Cine Câmara vai poder levar isso para que a população do Estado conheça”, destaca.. A iniciativa também foi recebida positivamente pelo Colegiado Setorial de Audiovisual de Mato Grosso do Sul, que apontou a circulação das produções pelo interior como uma demanda histórica do setor.
Além de levar filmes para cidades sem salas comerciais, o Cine Câmara ajuda a mostrar uma produção que muitas vezes permanece restrita a festivais e circuitos especializados. São histórias, personagens, paisagens e olhares produzidos por artistas de Mato Grosso do Sul que passam a encontrar novos públicos dentro do próprio estado. Para Marcelo, esse é um dos papéis fundamentais de uma política cultural: não apenas financiar a produção, mas criar condições para que ela encontre quem vai assistir, conhecer e valorizar aquilo que é produzido aqui.

A experiência do Cine Câmara é um exemplo do tipo de política pública que Professor Marcelo Miranda pretende defender na Assembleia Legislativa: projetos que nascem da observação da realidade, da conversa com quem produz cultura e da capacidade de transformar estruturas que já existem em novas oportunidades para a população. “O Cine Câmara nasceu de uma pergunta muito simples: se temos espaços públicos estruturados e cidades sem cinema, por que não aproximar essas duas coisas? É uma solução que leva cultura para quem não tinha acesso e, ao mesmo tempo, abre uma janela para os nossos produtores mostrarem o que Mato Grosso do Sul é capaz de produzir”, finaliza Marcelo.
Sobre o candidato
Professor Marcelo Miranda é candidato a deputado estadual em Mato Grosso do Sul. É graduado em Educação Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), especialista em Treinamento Desportivo pela PUC Minas e mestre pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foi diretor-presidente da Fundesporte entre 2015 e 2022 e secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura entre 2023 e abril de 2026.
Equipe de comunicação Marcelo Miranda
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